domingo, 13 de julho de 2014

O Alemão e Eu - Conto Online.

O Alemão e Eu

Por Willians89

Tudo começou no mês de julho, na copa do mundo. Meu nome é Rafael, tenho dezessete anos, sou paulista e fui para o Rio de Janeiro com uns amigos para assistir a copa. Durante um dia ensolarado, lá na praia eu conheci um garoto alemão chamado August Becker, da mesma idade que eu. Ele tinha vindo ao Brasil junto com o pai, e nós dois começamos a conversar em inglês.

O garoto era muito bonito: tinha cabelos loiro escuro bem curtos, um físico definido, era alto e seus olhos eram claros. A gente começou a falar de boa, já que tínhamos ficado sozinhos e a conversa foi indo até que a gente percebeu que se dava muito bem. Eu falo inglês fluente e ele também, então não tivemos problemas de comunicação.

Naquele dia, eu e August conversamos durante muito tempo e acabamos ficando amigos. Eu troquei meu numero de celular com ele e já que estávamos a turismo no Rio, a gente marcou de se encontrar várias vezes durante o mês. No começo a gente ia com os amigos, mas teve um dia que fomos só nós dois...

August se separava do pai e vinha comigo dar um rolê pela cidade. Eu mostrei várias coisas pra ele, já que conhecia bem o Rio e a gente foi se aproximando cada vez mais. Então, numa certa noite enquanto andávamos por uma rua movimentada, eu perguntei pra ele se ele era gay. Já suspeitava um pouco e ele confirmou, mas disse também que não era assumido e que tinha medo do pai.

Eu falei que eu era assumido e que tinha gostado muito de sair com ele nos últimos dias, então naquela noite a gente ficou pela primeira vez. Começamos a ficar várias vezes durante o mês e então, num certo dia da última semana da copa, aconteceu...

Era de noite quando eu e o August estávamos na praia junto com o pai dele. O pai dele tinha dito que ia em um bar tomar uma bebida brasileira que adorava. August me convidou para ir até o hotel onde ele estava hospedado e nós fomos sozinhos pra lá. Ele estava com a camisa vermelha da Alemanha naquele hora e um short preto.

Chegando ao hotel, que não era um dos mais luxuosos, ele me mostrou o pequeno quarto onde ele e o pai dele dormiam. No inicio ficamos só conversando até que ele me perguntou se eu queria transar com ele. Eu já tinha pensado nisso antes e queria muito mesmo. Então a gente começou...

Vê-lo tirar a roupa já me deixou completamente maluco. Ele tirou a camisa vermelha da Alemanha e o short preto. Era mais gostoso do que eu imaginava e ele me pediu pra fazer sexo oral nele. Eu fiz com o maior prazer. Era uma coisa que eu adorava fazer e passei vários minutos chupando.

Nós fomos pra cama dele perto de uma janela. Eu tirei a roupa e começamos a nos beijar abraçados, eu sentindo o corpo quente e pálido dele encostado no meu. Usei os lábios para beijar quase o corpo inteiro dele, principalmente os mamilos clarinhos e as coxas brancas, que era meio que um fetiche. August gemia bastante, e a sua carinha de prazer era impagável.

Então ele me pediu pra penetrar. Até então não tinha pensado quem seria o passivou ou o ativo, mas já que ele queria, eu fiz sem reclamar. E foi muito bom. Ele abriu as pernas pra mim e eu penetrei, começando leve e aumentando com o tempo. Segurei as pernas dele e fiquei encarando o rostinho de prazer que ele fazia.

Depois ele ficou de quatro na cama e eu voltei a penetrar com tudo. Estava bastante calor naquela hora e nós dois começamos a suar. Passado alguns minutos ele quis me chupar e eu deixei, apesar de não durar muito tempo. Fomos para a posição de ladinho, a minha favorita.

Ele deitou na cama ficando de lado e só levantou uma das pernas. Eu coloquei meu pênis na entrada correta e movi a cintura o mais rápido que podia. Me lembro dele gemendo meu nome “Rafael” com um sotaque extremamente excitante. As bochechas dele estavam rosadas e ele era bem peludinho em algumas partes.

Eu já tava penetrando por muito tempo, quando de repente giraram a chave da porta e o pai dele entrou. Como era um quarto pequeno, logo ele viu o que nós dois estávamos fazendo. August viu o pai e saiu da cama o mais rápido possível. Estava nu, suado e o pai dele tinha ouvido os gemidos. Aquilo foi tenso...

Então o pai dele começou a gritar com ele em alemão. Estava muito furioso, tanto que foi até o August e ficou segurando-o no braço, gritando descontrolado. August se vestiu e começou a chorar e eu não sabia o que dizer. O pai dele então olhou pra mim furioso e disse em inglês pra eu sair de lá, então eu me vesti o mais rápido que pude e sai.

Bem , depois disso eu  continuei conversando com o August e ele me disse que o pai dele continuava furioso e que as coisas na casa dele na Alemanha não seriam fáceis. Mas ele disse que não se arrepende e que a melhor coisa que aconteceu com ele durante sua viagem aqui no Brasil, foi ter me conhecido e que no futuro quem sabe, a gente poderia até se encontrar de novo.

FIM.

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